Saiba tudo sobre a síndrome mielodisplásica

Quando não tratada, a síndrome pode virar leucemia – saiba como se proteger!
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Saiba tudo sobre a síndrome mielodisplásica

Foto: iStock / BakiBG

Nesta semana, foi comemorado o Dia Internacional da Conscientização da Síndrome Mielodispásica (SMD), um tipo de câncer de sangue que pode ter muitas apresentações clínicas. Conhecida pela característica da anemia profunda, a doença é mais recorrente em pacientes idosos, podendo levar até à leucemia.

A doença afeta as células sanguíneas, produzidas na medula óssea que não são liberadas para a corrente sanguínea e não funcionam normalmente. Entre os sintomas mais comuns estão também o cansaço e falta de ar.

Para quem não sabe, muitas vezes, o diagnóstico da síndrome baseia-se na exclusão de diversas doenças, mas é feito por meio de critérios clínicos e laboratoriais. O tratamento consiste na transfusão de sangue, que tem como objetivo repor as células sanguíneas que não estão sendo produzidas adequadamente pela medula óssea.

O tratamento pode ser bem diversificado, ou seja, desde apenas acompanhamento clínico regular até o uso da lenalidomida, medicamento que inibe a progressão da doença e aumenta a qualidade de vida. A substância porém, não é aprovada pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) para uso no Brasil. Para se proteger da doença você pode evitar o uso de produtos químicos cancerígenos, como o benzeno, por exemplo.

E para combater com mais eficácia a patologia no país, a Sociedade Brasileira de Geriatria e Gerontologia lançou um guia para auxiliar nos cuidados da doença.

A médica geriatra e membro da Sociedade, Naira Hossepian Hojaij explicou mais sobre o guia. "O material reforça a existência de uma possibilidade atual de melhor controle da doença e da qualidade de vida dos portadores de SMD, além de agregar conhecimento nos diagnósticos diferenciais da anemia do idoso, e na escolha do melhor momento para o encaminhamento ao especialista para eventual terapêutica específica", disse à SBGG.

Vamos nos informar?

Por Thamirys Teixeira


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